Boas vindas

As portas estão abertas para voocê que gosta de saber o saber..

30 de agosto de 2011


O nordeste e o povo nordestino até hoje é tratado com muito preconceito por diversas outras regiões, o que se não entende realmente é o motivo para tanta desqualificação de uma região tão rica e fundamental para o resto do Brasil.
É do nosso nordeste que se colhe a maioria dos frutos, é aqui que se encontram as mais belas culturas e se faz as maiores festas e também é aqui que se encontram as pessoas mais fortes e resistentes para o trabalho que existe.
Independente dos motivos desta desvalorização, para nós o que significa o nordeste e qual foi sua importância na formação das raças?




23 de agosto de 2011

O regionalismo

     As obras de guimarães rosa as que contém regionalismo se destacam pela inovação da linguagem feita por ele. É marcada pela influencia de falantes populares e regionais.
em suas obras o leitor viaja na leitura e visualiza o espaço que e descrito na narração.Identificando o problema em seu interior.
Um exempplo disto podemos perceber na leitura de Grande Sertão Vereadas:

"Ah , que tem maior! Lugar sertão se divulga: é onde os pastos carecem de fechos; onde um pode torar dez, quinze léguas, sem topar com casa de morador; e onde criminoso vive seu cristo Jesus, arredado do arrocho de autoridade."

20 de agosto de 2011

Introdução





A obra de Guimarães Rosa tem início na terceira fase do Modernismo e se impõe como um marco na evolução da literatura brasileira. Os textos regionalistas até então costumavam abordar os problemas brasileiros de uma maneira superficial, transportando para a literatura diversos preconceitos. Nesse aspecto, além de Guimarães Rosa, são também exceções Graciliano Ramos e José Lins do Rego.

O regionalismo de Guimarães Rosa deixa de dar ênfase à paisagem para focalizar o ser humano em conflito com o ambiente e consigo próprio. Dessa maneira, as personagens revelam tanto suas particularidades regionais como sua dimensão universal, ou seja, o que elas têm em comum com o restante da humanidade.
A valorização da cultura sertaneja num momento histórico em que predominava um discurso desenvolvimentista coloca o escritor na contramão da literatura brasileira que, praticamente desde seu início, defendeu a modernização do país. Por trás da atitude de Guimarães Rosa está a percepção de que o progresso condenaria ao silêncio o mundo dos contadores de histórias. 
"Está no nosso sangue narrar estórias; já no berço recebemos esse dom para toda a vida. Desde pequenos, estamos constantemente escutando as narrativas multicoloridas dos velhos, os contos e lendas, e também nos criamos em um mundo que às vezes pode se assemelhar a uma lenda cruel. Deste modo a gente se habitua, e narrar estórias corre por nossas veias e penetra em nosso corpo, em nossa alma, porque o sertão é a alma de seus homens."